Key points are not available for this paper at this time.
Em 2004, na Europa, mais de dois terços dos nascidos entre 1945 e 54 tinham um pai ou sogro vivo, e as taxas de coabitação com seus ascendentes variavam de menos de quatro por cento na Suécia, Dinamarca e Países Baixos, a entre 17 e 24 por cento na Itália, Espanha e Grécia. As proporções que tinham fornecido ajuda prática aos pais nos 12 meses anteriores apresentavam um gradiente norte-sul, variando de aproximadamente um em cada três nos países do norte a 15 por cento ou menos nos países do sul. Em contraste, as proporções dos ajudantes que prestaram ajuda regular e quase diária tinham um padrão inverso, sendo baixas na Suécia e Dinamarca e muito mais altas no sul. Algumas dessas diferenças podem ser atribuídas a variações entre os países na interpretação de 'ajuda'. O auxílio a pais idosos tende a estar mais associado ao gênero dos doadores e receptores, às arranjos de vida, à proximidade geográfica e às necessidades dos pais, e à disponibilidade de filhos adultos que podem ajudar. Há poucas evidências de um efeito específico da 'geração baby-boomer' na probabilidade de prestar ajuda.
Ogg et al. (Ter,) estudaram essa questão.