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Observamos seis pacientes, ao longo dos últimos dois anos, que desenvolveram medo intenso de ficar em pé ou andar como resultado de quedas acidentais. Nenhum desses pacientes apresentou evidências de comprometimento neuromuscular que pudesse justificar sua incapacidade de andar. No entanto, os resultados das avaliações psicológicas de todos esses pacientes revelaram altos graus de ansiedade focal que era fóbica por natureza e relacionada a ficar em pé ou andar. As avaliações de personalidade desses pacientes mostraram pouca ou nenhuma evidência de psicopatologia de natureza generalizada ou de distúrbio de traços de personalidade. A reação fóbica foi o principal distúrbio psicológico subjacente ao medo de ficar em pé ou andar. Cada paciente demonstrou evidências tanto de redução da ansiedade quanto de melhoria funcional na caminhada após dessensibilização comportamental e fisioterapia. Acreditamos que esse transtorno é um problema psicológico distinto e não relacionado à agorafobia, e propomos usar o termo "ptofobia" ao descrever essa entidade clínica.
Bhala et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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