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Apesar dos avanços na medicina oncológica e na pesquisa, procedimentos invasivos e potencialmente arriscados, como biópsias, testes de sangue venoso, imagem, colonoscopia e exames de Papanicolau, ainda são usados principalmente para triagem, estadiamento e avaliação da resposta à terapia. O desenvolvimento e uso interdisciplinar de biomarcadores na urina, fezes, saliva, odor e sangue capilar coletados por métodos minimamente invasivos representa uma oportunidade potencial para integração com a análise de biomarcadores para cânceres, tanto na prática clínica (por exemplo, em triagem, tratamento e monitoramento da doença, e melhoria da qualidade de vida dos pacientes) quanto na pesquisa baseada na população (por exemplo, em epidemiologia/saúde pública, estudos de determinantes sociais e ambientais e medicina evolutiva). Neste artigo, revisamos a justificativa científica, benefícios, desafios e oportunidades potenciais para medir biomarcadores relacionados ao câncer em amostras coletadas através de métodos minimamente invasivos.
DeLouize et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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