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CONTEXTO E OBJETIVO: Para permitir a autoavaliação do resultado funcional em registros de qualidade, as perguntas correspondentes devem ser fáceis de interpretar. Na pesquisa científica, a Escala de Rankin modificada (mRS) é um método de avaliação padrão. Esse tipo de método, com um observador externo, não é viável para uso em registros de qualidade. Para vários aspectos, por exemplo, comparações entre resultados em estudos clínicos e estudos observacionais, decidimos verificar se o resultado funcional, conforme avaliado em um registro de qualidade, pode ser transformado em graus de mRS. MÉTODOS: A concordância entre o resultado funcional autorrelatado (incluindo dependência, situação de vida, mobilidade, vestuário e banheiro) e o mRS foi analisada utilizando 555 pacientes com acidente vascular cerebral registrados no Riks-Stroke, o registro de qualidade sueco para acidente vascular cerebral agudo, durante um período de 5 meses em 4 hospitais. O resultado autorrelatado e os graus de mRS foram avaliados simultaneamente por meio de uma entrevista por telefone realizada por uma enfermeira experiente 3 meses após o acidente vascular cerebral. RESULTADOS: Uma tradução utilizando 5 das perguntas do Riks-Stroke classificou 76% dos pacientes no grau correto de mRS. A correlação entre Riks-Stroke e mRS foi 0.821 e o kappa de Cohen (ponderado) foi 0.853. CONCLUSÕES: O estudo mostra que o resultado funcional autorrelatado pode ser transformado em graus de mRS com alta precisão, tornando a tradução útil para futuros propósitos comparativos em estudos de resultados de acidente vascular cerebral.
Eriksson et al. (Sex,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: