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Do campo de batalha em Gettysburg ao quarteirão de Oklahoma City onde o Edifício Federal Alfred P. Murrah uma vez esteve, locais de violência e tragédia deixaram marcas indeléveis na paisagem americana. Alguns tornaram-se lugares de peregrinação, onde os visitantes lamentam perdas, aprendem lições com a tragédia e experimentam renovação. Outros tornaram-se lugares vazios onde nada permanece para comemorar ou mesmo para marcar a ocorrência. Neste livro pioneiro, Kenneth E. Foote explora como e por que os americanos têm memorializado - ou não - os locais de eventos trágicos e violentos. Baseando-se em anos de viagens e reflexões, ele traça a história de locais que abrangem três séculos e todas as regiões dos Estados Unidos. Foote deduz que os americanos geralmente reagem às cenas de tragédia de uma das quatro maneiras. Muitos lugares passam por santificação pública, como o Lorraine Motel em Memphis, onde Martin Luther King, Jr., foi assassinado. Alguns são simplesmente designados com um marcador, enquanto outros são retificados e retornam ao uso normal. Aqueles que produzem vergonha e repulsa frequentemente são obliterados e deixados vazios. Essas reações diferentes em relação aos locais de violência oferecem uma nova perspectiva importante para o debate sobre a violência na sociedade americana.
Um estudo de Wed investigou essa questão.