As tecnologias agrícolas digitais, com seu potencial comprovado para aumentar a produtividade, resiliência e eficiência de recursos, desempenham um papel fundamental na busca pela segurança alimentar e desenvolvimento sustentável. No entanto, a adoção dessas tecnologias em países em desenvolvimento como o Irã enfrenta uma limitação significativa. Ao focar na lacuna de conhecimento existente. Este estudo investiga os determinantes individuais e sociais da adoção de tecnologia digital entre os agricultores iranianos, integrando a Teoria do Comportamento Planejado e o Modelo de Aceitação de Tecnologia. Aplicamos essa estrutura em uma pesquisa direcionada com agricultores da Província de Kermanshah, no oeste do Irã, utilizando dados de pesquisa (número da amostra = 384) analisados por meio de modelagem de equações estruturais. Com base nos resultados, o modelo integrado demonstrou forte poder explicativo. A atitude e o controle comportamental percebido emergiram como os melhores preditores da intenção de adoção, com a atitude sendo amplamente moldada pela utilidade percebida e facilidade de uso. Contrariamente às expectativas, a norma subjetiva não exerceu efeito direto significativo sobre a intenção, nem foi influenciada pela utilidade percebida. Essas descobertas revelam que o processo de adoção neste contexto é impulsionado principalmente por avaliações individuais de utilidade e viabilidade, em vez de pressões sociais. Isso sugere uma necessidade crítica de adaptar estruturas clássicas de adoção quando aplicadas a contextos com capital social mais fraco ou estruturas institucionais menos coesas. Consequentemente, as estratégias de extensão devem mudar de campanhas normativas para abordagens que enfatizem incentivos financeiros personalizados, garantias de mitigação de riscos e design de tecnologia centrado no usuário.
Alibaygi et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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