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Este estudo examinou a contribuição do controle percebido e da autonomia para o comportamento e a emoção relatados pelas crianças na sala de aula (N = 246 crianças de 8 a 10 anos). Análises de regressão múltipla revelaram efeitos únicos da autonomia além dos fortes efeitos do controle percebido. Além disso, ambos os conjuntos de percepções (e sua interação) foram encontrados para distinguir crianças que eram ativas, mas emocionalmente desinteressadas, daquelas que eram ativas e emocionalmente positivas. Predições específicas também foram testadas em relação aos efeitos de (a) atribuições de controle a 5 causas e (b) 4 razões para envolvimento em tarefas que diferiam em grau de autonomia sobre o comportamento ativo (vs. passivo) das crianças e 4 tipos de emoções: tédio, angústia, raiva e emoções positivas. As implicações das descobertas para teorias da motivação infantil são discutidas, assim como para estratégias diagnósticas para identificar crianças em risco de problemas motivacionais.
Patrick et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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