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Variáveis psicossociais derivadas do modelo de crenças em saúde (Rosenstock, 1974), da estrutura de autoeficácia de Bandura (1986) e da teoria da motivação à proteção (Rogers, 1984) foram utilizadas para prever comportamentos auto-relatados de redução de risco de AIDS em uma amostra de 389 homens homossexuais que participaram do Estudo Multicêntrico de Coorte de AIDS em Los Angeles e que conheciam seu status de anticorpos HIV. Análises de regressão múltipla hierárquica mostraram que autoeficácia, risco percebido, eficácia da resposta e comportamento sexual anterior explicavam aproximadamente 70% da variância no número total de parceiros sexuais e no número de parceiros anônimos ao longo de um intervalo de 6 meses, controlando por variáveis demográficas, status de anticorpos HIV e presença de um parceiro principal. Uma análise de regressão logística mostrou que barreiras à mudança previam um aumento na relação sexual anal receptiva desprotegida ao longo de um intervalo de 6 meses, controlando pelo comportamento anterior. A relação das crenças em saúde com o comportamento de redução de risco era substancialmente diferente para homens HIV-seropositivos sem parceiros principais do que para outros grupos de homens gays. Implicações para intervenções são discutidas.
Aspinwall et al. (Terç,) estudaram essa questão.
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