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OBJETIVO: Apresentar uma metasíntese dos achados qualitativos sobre estigma em mulheres HIV-positivas. MÉTODO: Técnicas de metasíntese e metasumário foram utilizadas para integrar os achados sobre estigma em 93 relatórios de estudos qualitativos realizados entre 1991 e 2002 com um total de 1.780 mulheres, principalmente de grupos minoritários. RESULTADOS: Tanto o estigma percebido quanto o enactado eram abrangentes na vida de mulheres HIV-positivas. O estigma relacionado ao HIV foi intensificado nas mulheres por causa de seu gênero. O gerenciamento do estigma envolvia em grande parte esforços para controlar informações no serviço da preservação das relações sociais e manutenção da identidade moral. DISCUSSÃO: Esta metasíntese revisita e esclarece as conexões entre os temas recorrentes em estudos primários quantitativos e metastudos de pessoas HIV-positivas e de doenças e condições estigmatizantes. Este trabalho também mostra como a localização das pessoas afetadas em eixos-chave de diferença pode tanto facilitar quanto complicar os esforços para gerenciar o estigma. CONCLUSÕES: Mulheres HIV-positivas experienciam estigmatização em relacionamentos com outros. O estigma relacionado ao HIV é tanto um reflexo destes outros quanto central para a experiência das próprias pessoas HIV-positivas. Mesmo aquelas não infectadas pelo HIV ainda são afetadas por ele e, assim, são alvos apropriados para intervenções que busquem reduzir seus efeitos negativos.
Sandelowski et al. (qui,) estudaram essa questão.
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