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A produção e composição do colostro de 40 fêmeas Landrace×Large White foram determinadas desde o início do parto até 24 horas pós-parto. A produção de colostro foi calculada somando as ingestões individuais de colostro de cada leitão para cada ninhada. O colostro foi analisado quanto à prolactina, progesterona, o estradiol-17β, imunoglobulina G e sua composição nutricional foi determinada. A ingestão individual de colostro pelos leitões teve uma média de 300 ± 7 g e a produção de colostro das fêmeas teve uma média de 3,67 ± 0,14 kg (mínimo 1,91 kg, máximo 5,31 kg). O peso vivo e as características ao nascimento (cordão umbilical já rompido, pernas abertas, dificuldade para respirar) foram os principais fatores que influenciaram a ingestão individual de colostro. A produção de colostro não foi afetada pelo tamanho da ninhada, tendia a ser influenciada pela paridade (P = 0,059) e foi menor quando o parto foi induzido (P = 0,017). Por outro lado, nenhuma relação foi encontrada entre as concentrações hormonais no colostro e a produção de colostro. O peso médio ao nascer dos leitões e a variação do peso da ninhada ao nascer foram relacionados à produção de colostro (r = 0,38; P = 0,015 e r = -0,34; P = 0,030, respectivamente). Esses resultados sugerem que a determinação da produção de colostro depende, em parte, da vitalidade global da ninhada, mas parece ser, muito provavelmente, afetada pela capacidade das fêmeas de produzir colostro suficiente para toda a ninhada. Mais estudos são necessários para entender a regulação endócrina da secreção de colostro em fêmeas.
Devillers et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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