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Mudanças na histologia da glândula mamária, pesos secos, ácidos nucleicos e taxas in vitro de oxidação de substrato para incorporação em lipídios foram medidas em biópsias mamárias de três porcas, cada uma nos dias 30, 45, 60, 75, 90, 105 e 112 da gravidez, e nos dias 1 e 4 da lactação. As mudanças histológicas observadas foram o crescimento progressivo dos ductos no início da gravidez, seguido pelo rápido desenvolvimento lobulo-alveolar entre os dias 75 e 90, culminando na mamogênese. O colostro e os lipídios eram evidentes no dia 105, com distensão acentuada das luminárias alveolares no dia 112. A diferenciação completa do processo secretório foi aparente no dia do parto. A concentração de tecido seco livre de gordura (DFFT) e DNA mudou pouco antes do dia 60, mas aumentou quatro vezes entre os dias 75 e 90. Nenhum aumento adicional em DFFT ou DNA foi observado. As concentrações de RNA paralaram o DNA até o dia 90, após o qual aumentaram constantemente. As taxas de oxidação de acetato e glicose aumentaram transientemente durante a metade da gravidez, depois declinaram e permaneceram baixas até o início da lactogênese. A incorporação de substrato em lipídios aumentou levemente na metade da gravidez e novamente no dia 105, após o que aumentou acentuadamente. Coletivamente, os resultados indicam que a mamogênese está completa até o dia 90, após o qual a lactogênese é iniciada em um processo de duas etapas. As taxas metabólicas expressas com base no DNA indicam consideráveis taxas de oxidação, mas não de lipogênese por tecido mamário proliferante. O metabolismo preferencial de acetato em relação à glicose próximo ao parto sugere a coordenação do metabolismo entre a glândula mamária e outros tecidos maternos.
Kensinger et al. (Terça,) estudaram essa questão.