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A taxa de crescimento do dióxido de carbono (CO 2) atmosférico, o maior contribuinte humano para a mudança climática induzida pelo homem, está aumentando rapidamente. Três processos contribuem para esse aumento rápido. Dois desses processos dizem respeito às emissões. O recente crescimento da economia mundial, combinado com um aumento em sua intensidade de carbono, levou a um crescimento rápido nas emissões de CO 2 provenientes de combustíveis fósseis desde 2000: comparando a década de 1990 com 2000–2006, a taxa de crescimento das emissões aumentou de 1,3% para 3,3% ao ano. O terceiro processo é indicado por evidências crescentes (P = 0,89) de um aumento de longo prazo (50 anos) na fração de CO 2 em suspensão (AF), implicando um declínio na eficiência dos sumidouros de CO 2 em terra e nos oceanos em absorver as emissões antropogênicas. Desde 2000, as contribuições desses três fatores para o aumento da taxa de crescimento do CO 2 atmosférico têm sido ≈65 ± 16% do aumento da atividade econômica global, 17 ± 6% do aumento da intensidade de carbono da economia global e 18 ± 15% do aumento na AF. Um aumento na AF é consistente com os resultados de modelos do ciclo climático-carbono, mas a magnitude do sinal observado parece ser maior do que a estimada pelos modelos. Todas essas mudanças caracterizam um ciclo de carbono que está gerando uma forçante climática mais forte do que o esperado e mais cedo do que o esperado.
Canadell et al. (qui,) estudaram essa questão.