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Este artigo defende uma teoria do conhecimento de gênero baseada na atividade. Baseando-se em descobertas empíricas de pesquisas de estudo de caso que enfatizam o "conhecimento interno" e na teoria da estruturação, na teoria da atividade e nos estudos retóricos, os autores propõem cinco princípios gerais para a teoria do gênero: (a) Gêneros são formas dinâmicas que mediam entre as características únicas de contextos individuais e as características que se repetem entre contextos; (b) o conhecimento de gênero está incorporado nas atividades comunicativas da vida diária e profissional e, portanto, é uma forma de "cognição situada"; (c) o conhecimento de gênero abrange tanto forma quanto conteúdo, incluindo um senso de adequação retórica; (d) o uso de gêneros simultaneamente constitui e reproduz estruturas sociais; e (e) convenções de gênero sinalizam as normas, epistemologia, ideologia e ontologia social de uma comunidade discursiva.
Berkenkotter et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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