Key points are not available for this paper at this time.
OBJETIVOS: Este estudo quantificou a deterioração da qualidade de vida atribuível à gordura corporal usando a Survey de Saúde SF-36 padronizada. MÉTODOS: Os tercis da circunferência da cintura e do índice de massa corporal (IMC) em 1885 homens e 2156 mulheres com idades entre 20 a 59 anos na Holanda em 1995 foram comparados. RESULTADOS: As razões de chances e os intervalos de confiança de 95% dos sujeitos com as maiores circunferências da cintura, em comparação com aqueles no tercil mais baixo, foram 1,8 (1,3, 2,4) em homens e 2,2 (1,7, 2,9) em mulheres com dificuldades em se curvar, kneeling ou se agachar; 2,2 (1,4, 3,7) em homens e 1,7 (1,2, 2,6) em mulheres com dificuldades para caminhar 500 m; e 1,3 (1,0, 1,9) em homens e 1,5 (1,1, 1,9) em mulheres com dificuldades para levantar ou carregar compras. Medidas antropométricas estavam menos fortemente associadas ao funcionamento social, limitações de papel devido a problemas físicos ou emocionais, saúde mental, vitalidade, dor ou mudança na saúde em 1 ano. A relação entre as medidas de qualidade de vida e o IMC foi semelhante àquelas entre as medidas de qualidade de vida e a circunferência da cintura. CONCLUSÕES: Grandes circunferências da cintura e IMCs altos são mais propensos a estarem associados à qualidade de vida prejudicada e à deficiência que afeta as atividades básicas da vida diária.
Han et al. (Ter,) estudaram essa questão.