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Sob condições fisiológicas normais, o uso de oxigênio pelas células de organismos aeróbicos gera metabolitos reativos de oxigênio potencialmente deletérios. Um estado crônico de estresse oxidativo existe nas células devido a um desequilíbrio entre pró-oxidantes e antioxidantes. A quantidade de dano oxidativo aumenta à medida que um organismo envelhece e é postulado como um dos principais fatores causais da senescência. Apoio a essa hipótese inclui as seguintes observações: (i) A superexpressão de enzimas antioxidativas retarda o acúmulo de dano oxidativo relacionado à idade e estende a vida máxima de Drosophila melanogaster transgênica. (ii) As variações na longevidade entre diferentes espécies correlacionam-se inversamente com as taxas de geração mitocondrial do radical ânion superóxido (O2) e peróxido de hidrogênio. (iii) A restrição da ingestão calórica reduz os níveis de estresse oxidativo e dano em estado estacionário, retarda as mudanças associadas à idade e estende a vida máxima em mamíferos.
Sohal et al. (Sex,) estudaram esta questão.