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Grupos objetivamente desavantajados na sociedade americana frequentemente não tomam ações políticas que retificariam seu estado de desvantagem. Tratamentos acadêmicos sobre essa falha em se mobilizar tradicionalmente examinaram as crenças dos desavantajados sobre a justiça distributiva, ou seja, sobre a distribuição justa de dinheiro ou oportunidades entre os membros da sociedade. Este artigo explora as crenças dos cidadãos sobre a justiça dos procedimentos pelos quais as distribuições de resultados são feitas. Argumentamos que as avaliações processuais são uma entrada chave nas avaliações do sistema político e, através de tais avaliações, nas ações políticas. Na verdade, as crenças das pessoas sobre os procedimentos muitas vezes são mais importantes do que suas crenças sobre a justiça da distribuição da renda ou da oportunidade. Um exame das crenças de justiça processual sugere, por sua vez, que as opiniões dos cidadãos sobre a justiça dos procedimentos se concentram nas oportunidades de falar em vez de controle real sobre as decisões. Esse foco na voz provavelmente resulta da socialização. Na terminologia de Crosby e Clayton (1986) “Introdução: A Busca por Conexões,” Journal of Social Issues, 42(2), 1–9, os valores sociais das pessoas podem sobrepor-se às suas experiências com sua situação objetiva atual no desenvolvimento de suas opiniões sobre a sociedade. Como resultado, procedimentos objetivamente injustos podem ser vistos como justos.
Tyler et al. (Ter,) estudaram essa questão.