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Métodos estatísticos simples para testar a hipótese do relógio molecular da evolução foram desenvolvidos e podem ser aplicados a sequências de nucleotídeos e aminoácidos. Esses métodos são baseados no teste qui-quadrado e são aplicáveis mesmo quando o padrão das taxas de substituição é desconhecido e/ou a taxa de substituição varia entre diferentes locais. Além disso, alguns dos métodos podem ser aplicados mesmo quando o grupo externo é desconhecido. Usando simulações computacionais, esses métodos foram comparados com o teste de razão de verossimilhança e o teste de taxa relativa. Os resultados indicam que os poderes dos métodos atuais são semelhantes àqueles do teste de razão de verossimilhança e do teste de taxa relativa, apesar do fato de que os dois últimos testes assumem que o padrão das taxas de substituição segue um certo modelo e que a taxa de substituição é a mesma entre diferentes locais, enquanto tais suposições não são necessárias para aplicar os métodos atuais. Portanto, os métodos atuais podem ser úteis.
Fumio Tajima (Sex,) estudou essa questão.