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Como um grupo de pessoas móveis, os estudantes internacionais têm sido pouco estudados. Isso se deve à sua importância numérica. Este artigo examina as características em mudança da mobilidade de estudantes internacionais, diferenciando entre teorias de demanda social que buscam explicação em termos do poder do capital social e cultural que impulsiona famílias da classe média a buscar colocar seus filhos nas melhores universidades ocidentais, e teorias de oferta que argumentam que o fluxo global de estudantes é alimentado, em grande parte, pelos interesses financeiros daqueles que podem oferecer oportunidades de educação superior de elite a um mercado mundial. A mobilidade estudantil em direção ao Reino Unido é utilizada como material de estudo de caso para investigar essas questões.
Allan Findlay (Ter,) estudou essa questão.