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Este artigo argumenta que os estudos americanos sobre ‘consciência legal’ têm muito a oferecer aos estudos sócio-jurídicos do Reino Unido. É, talvez, surpreendente que tão pouca atenção tenha sido dada a este conjunto de compreensões. Busco corrigir esse desequilíbrio na relação transatlântica ao delinear a consciência legal e suas críticas. Em seguida, utilizo dados de entrevistas com solicitantes de moradia para discutir sua ‘consciência legal’, ilustrando a importância do valor da dignidade; como eles compreendem suas decisões; e os espaços nos quais a consciência legal pode ser produzida. O estudo é uma análise limitada, mas nos permite questionar a afirmação de que os solicitantes de assistência social ‘conhecem a lei’ e (ab-)usam dela.
David Cowan (Sex,) estudou esta questão.