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“Quando consideramos a imensa significância humana do sono, a absoluta necessidade de passarmos uma parte considerável de nossas vidas em abjeta aniquilação mental, é notável o quão pouco sabemos sobre isso. ...” Com estas palavras, Sir John Eccles introduziu o Simpósio da Ciba Foundation recentemente publicado sobre “A Natureza do Sono” (3), no qual são descritos muitos dos avanços que foram feitos nos últimos anos em nossas tentativas de entender os fenômenos envolvidos no estado de sono. Em um dos artigos incluídos neste Simpósio, Bremer (2) revisa o trabalho que foi reportado desde 1954 sobre os mecanismos neurofisiológicos envolvidos no sono. A relação dos sonhos com a profundidade do sono foi investigada por trabalhadores como Kleitman (5), Dement (4) e Wolpert (11). Esses estudos foram possibilitados pela aplicação de técnicas modernas de medição da atividade mental. O uso de métodos eletroencefalográficos permitiu uma classificação aproximada dos diferentes níveis de sono, o que possibilita que diferentes trabalhadores adotem um quadro de referência padrão. Medidas de movimentos oculares rápidos e de mudanças no potencial muscular durante o sono forneceram métodos mais objetivos de avaliação da atividade dos sonhos. Outros estudos recentes tentaram fazer uma avaliação objetiva dos efeitos físicos e mentais da privação de sono (Morris et al., 7, Bliss et al., 1, Murray et al., 8, Wilkinson, 9, Williams et al., 10).
McGhie et al. (Sat,) estudaram essa questão.