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A virada institucional no autoritarismo comparado gerou amplo interesse. Este artigo revisa três livros proeminentes sobre instituições autoritárias e suas principais proposições teóricas sobre as origens, funções e efeitos das instituições de partido dominante no governo autoritário. Duas perspectivas críticas sobre instituições políticas, uma baseada em teorias racionalistas de design institucional e a outra baseada em uma teoria de conflito social da economia política, sugerem que instituições autoritárias são epifenômenos de relações políticas, sociais e/ou econômicas mais fundamentais. Essas abordagens foram amplamente ignoradas nesta literatura recente, mas cada uma delas questiona as reivindicações teóricas e empíricas que formam a base das abordagens institucionalistas ao governo autoritário. Uma implicação central deste artigo é que as instituições autoritárias não podem ser estudadas separadamente dos problemas concretos de redistribuição e formulação de políticas que motivam o comportamento do regime.
Thomas B. Pepinsky (Terça,) estudou esta questão.
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