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Este artigo documenta e explica a intrigante falta de retrocesso nas reformas políticas entre os novos membros da UE pós-comunista, mesmo que esses países não estejam mais sujeitos aos poderosos incentivos da promessa de adesão à UE. Usando uma combinação de estatísticas transnacionais, entrevistas com especialistas e dados de opinião pública, os autores mostram que os novos membros da UE experimentaram no máximo uma desaceleração nas reformas, em vez de uma verdadeira reação negativa. Os autores atribuem essa constatação ao fato de que a perda de influência após a adesão dos países à União Europeia foi equilibrada por uma combinação de mecanismos alternativos de influência e vinculação, incluindo maior dependência da ajuda e do comércio da UE e maior exposição ao Ocidente tanto para as elites quanto para os cidadãos comuns. Para estes últimos, oportunidades expandidas de trabalho e viagem parecem estar associadas a expectativas mais altas de desempenho do governo e maior envolvimento político, o que pode ser crucial para futuras reformas de governança na região.
Levitz et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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