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Arabidopsis desenvolve fibras interfasciculares nos caules para o suporte necessário dos brotos. Para estudar os mecanismos moleculares que controlam a diferenciação das fibras, isolamos um mutante de fibra interfascicular (ifl1) por meio de triagem de populações de Arabidopsis mutagênicas com sulfato de etila. Este mutante não possui fibras interfasciculares normais nos caules. Curiosamente, algumas células interfasciculares estavam esclerificadas nas partes superiores, mas não nas partes basais dos caules ifl1. Essas células esclerificadas diferenciaram-se em uma posição diferente da das fibras interfasciculares no tipo selvagem. A ausência de fibras interfasciculares correlacionou-se com uma mudança dramática na resistência do caule. Os caules do mutante não conseguiam ficar eretos e eram facilmente quebrados ao serem dobrados. A medição quantitativa mostrou que era necessária aproximadamente seis vezes menos força para quebrar os caules basais do mutante do que do tipo selvagem. Além disso, mudanças morfológicas notáveis estavam associadas ao mutante, incluindo caules longos, folhas verde-escuras com senescência retardada e redução no número de folhas caulinares e ramificações. A análise genética mostrou que a mutação ifl1 era monogênica e recessiva. O locus ifl1 foi mapeado para uma região entre os marcadores 17C2 e 7H9L no cromossomo 5. O isolamento do mutante ifl1 fornece um meio novo para estudar o controle genético da diferenciação das fibras.
Zhong et al. (Mon,) estudaram essa questão.