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A maioria dos formuladores de políticas, executivos corporativos, profissionais e pais assume que a infraestrutura das escolas, a compra de hardware e software, e a distribuição do equipamento resultarão em um uso abundante em sala de aula por professores e alunos, além de melhorar o ensino e a aprendizagem. Este artigo examina essas suposições em duas escolas de ensino médio localizadas no coração do progresso tecnológico, o Vale do Silício, na Califórnia do Norte. Nossa metodologia qualitativa incluiu entrevistas com professores, alunos e administradores, observações em sala de aula, revisão de documentos escolares e pesquisas com professores e alunos nas duas escolas. Descobrimos que o acesso a equipamentos e software raramente resultou em um uso generalizado por professores e alunos. A maioria dos professores eram usuários ocasionais ou não usuários. Quando utilizavam computadores para o trabalho em sala de aula, muitas vezes seu uso sustentava em vez de alterar os padrões existentes de prática docente. Oferecemos duas explicações inter-relacionadas para esses desafios às suposições dominantes que orientam a formulação de políticas tecnológicas atuais.
Cuban et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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