Key points are not available for this paper at this time.
RESUMO O comprimento de livre movimentação da matéria escura depende da física fundamental da matéria escura e determina a abundância e a concentração dos halos de matéria escura em escalas sub-galácticas. Usando as posições das imagens e as razões de fluxo de oito quasares com imagens quádruplas, restringimos o comprimento de livre movimentação da matéria escura e a amplitude da função de massa dos subhalos (SHMF). Modelamos tanto os subhalos do defletor principal quanto os halos ao longo da linha de visão, e consideramos os efeitos de livre movimentação da matéria escura na função de massa e na relação massa-concentração. Ao calibrar a escala da SHMF com a massa do halo hospedeiro e o desvio para o vermelho usando um conjunto de halos simulados, inferimos uma normalização global para a SHMF. Levamos em conta fontes de fundo de tamanho finito e marginalizamos sobre o perfil de massa do defletor principal. Parametrizando a livre movimentação da matéria escura através da massa de meio modo mhm, restringimos a massa da partícula de relicário térmico mDM correspondente a mhm. Em 95% CI: mhm 107. 8 M⊙ (m ₃₌ 5. 2 \ keV). Desfavorecemos m ₃₌ = 4. 0 \ keV e m ₃₌ = 3. 0 \ keV com razões de verossimilhança de 7: 1 e 30: 1, respectivamente, em relação ao pico da distribuição posterior. Assumindo matéria escura fria, restringimos a massa projetada na subestrutura entre 106 e 109 M⊙ próximo às imagens lentes. Em 68% CI, inferimos 2. 0-6. 1 10^7\, { M }\, kpc^{-2}, correspondendo à fração média de massa projetada f ₒₔ₁ = 0. 035-₀. ₀₁₇^+0. 021. Em 95% CI, obtemos um limite inferior na massa projetada de 0. 6 10^7 \, { M }\, kpc^{-2}, correspondendo a f ₒₔ₁ 0. 005. Esses resultados concordam com as previsões da matéria escura fria.
Gilman et al. (Ter,) estudaram essa questão.