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Resumo Neste artigo, buscamos lançar uma nova luz sobre o processo social de formação da opinião pública. Baseando-se em contribuições anteriores em estudos de cognição e ciência política, propomos e analisamos um modelo no qual agentes heterogêneos (cidadãos) aprendem coletivamente e modificam suas opiniões sobre uma questão política específica. A suposição de não racionalidade por parte dos agentes confere um papel fundamental aos valores centrais, às necessidades gerais duradouras, à interação social e à combinação da intuição dos cidadãos com o raciocínio deliberado ocasional na dinâmica da formação da opinião pública.
Fatás‐Villafranca et al. (Ter,) estudaram esta questão.