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ATÉ RECENTEMENTE, NA DÉCADA DE 1950, quase tudo que a cosmologia observacional conseguiu estabelecer foi que as galáxias existem e que o universo está em expansão. Mas a partir da década de 1960, um fluxo de novas descobertas enriqueceu nossa visão do universo e começou a fornecer uma base para distinguir entre modelos cosmológicos concorrentes. Houve um esforço de 30 anos, agora chegando ao fim, para obter medições precisas de dois parâmetros que fornecerão um teste crucial para modelos cosmológicos. Os dois números-chave são a taxa de expansão (a constante de Hubble H0) e a desaceleração na expansão (q0). A esperança é que a pesquisa atual, ao determinar a escala de distâncias extragalácticas para galáxias próximas e ao buscar aglomerados extremamente distantes onde o desvio para o vermelho é grande, meça ambos esses números com uma precisão de 15%.
Allan Sandage (Sol,) estudou essa questão.