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Resumo: Em 2007, Ivan Krastev argumentou que o ‘consenso liberal’ imposto pela UE na Europa Central e Oriental estava dando lugar a um populismo illiberal, mas, em última análise, benigno. O ‘retrocesso’ pós-adesão na Hungria sugere um desafio illiberal mais forte. No entanto, argumentamos que o mal-estar democrático na ECE é melhor compreendido como um padrão de longo prazo de ‘consolidação illiberal’ construído sobre uma acomodação entre o liberalismo tecnocrático e economicista e forças de busca de renda e conservadorismo cultural. Essa configuração gera um miragem de progresso liberal-democrático e política moderada mainstream, que obscures a conivência de elite enraizada e limita as mudanças culturais. A superficialidade ao estilo búlgaro, em vez do semi-autoritário ao estilo húngaro, melhor exemplifica o destino potencial das democracias da ECE hoje.
Dawson et al. (Sex,) estudaram essa questão.