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Este artigo sugere uma virada icônica na sociologia cultural. Argumenta-se que ícones podem ser vistos como condensações simbólicas que fundamentam significados sociais em forma material, permitindo que as abstrações da cognição e da moralidade sejam subsumidas, tornadas invisíveis, pela forma estética. O significado é tornado iconicamente visível, em outras palavras, pela beleza, sublime, feio, ou simplesmente pela materialidade mundana da vida cotidiana. Mas é através dos sentidos que o poder icônico é realizado. Esta nova abordagem ao significado é comparada com outras — com materialismo, semiótica, esteticismo, moralismo, realismo e espiritualismo.
Jeffrey C. Alexander (Mon,) estudou esta questão.