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= 126) recebeu feedback falso sobre suas futuras relações sociais que era negativo (grupo de frustração) ou positivo (grupo de satisfação). Por meio de análises de modelos de difusão (Ratcliff, 1978), examinamos os processos cognitivos envolvidos na tarefa. Nossos principais resultados mostram que indivíduos mais medrosos acumulavam informações faciais negativas mais rapidamente do que seus pares menos temerosos (taxa de deriva do modelo de difusão; viés dinâmico). Além disso, indivíduos com menor medo de rejeição que estavam frustrados mostraram um viés anterior (ou seja, ponto de partida deslocado do modelo de difusão) por rostos positivos em vez de negativos, em contraste com os indivíduos mais medrosos. Isso sugere que os indivíduos menos medrosos tentaram restaurar o motivo frustrado ao deslocar um critério, de modo que situações ambíguas sejam percebidas de forma mais positiva. Os presentes estudos demonstram que a modelagem de difusão fornece informações importantes sobre os processos cognitivos subjacentes no domínio do motivo de afiliação. (Registro da Base de Dados PsycInfo (c) 2021 APA, todos os direitos reservados).
Lerche et al. (qui,) estudaram esta questão.