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A Albânia empreendeu reformas de descentralização pelo menos em dois momentos distintos no período pós-comunista. O primeiro foi no final dos anos 1990 e o segundo com a reforma territorial de 2016. Embora o foco do primeiro tenha sido alinhar a Albânia à Carta Europeia de Autonomia Local e o segundo oficialmente ter como objetivo uma governança mais eficaz do território, a descentralização real do poder não ocorreu. Isso não se deve tanto à falta de um quadro legal adequado ou às mudanças constitucionais necessárias, mas principalmente à ausência de vontade política real para delegar poder a subsidiárias, capacitar municípios e criar a base para a real autonomia das autoridades locais.
Ilir Kalemaj (Sab,) estudou esta questão.