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Parte da motivação para incentivar as partes interessadas de elite—como governos, profissionais e grupos de advocacy—substituírem a linguagem de "retardo mental" por "deficiência intelectual" (DI) é a crença de que o endosse da elite poderia minar atitudes negativas e influenciar o público a fazer o mesmo. Examinamos a veracidade dessa expectativa empiricamente com um experimento que expôs indivíduos a informações sobre endossos da mudança terminológica feita pelo governo federal, Jogos Especiais, ou psicólogos profissionais. Medimos, em seguida, as atitudes sobre pessoas com DI e a linguagem usada para descrevê-las. Os resultados indicam que a exposição a informações sobre o endosse da elite à mudança terminológica ou exacerbava atitudes negativas ou não tinha efeito, sugerindo que outros fatores podem ter primazia sobre a opinião "especializada".
Lyle et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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