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INTRODUÇÃO: As vacinas têm comprovado continuamente seu valor inestimável para o mundo por meio da erradicação da varíola, dos ganhos alcançados em direção a um mundo livre da poliomielite e do controle de outras doenças imunopreveníveis. Embora as vacinas exijam determinadas temperaturas e condições para manter sua potência, os controles da cadeia de suprimentos variam muito em diferentes etapas da jornada global. A fabricação de vacinas é rigorosamente gerenciada, mas inconsistências afetam a cadeia de frio quando as vacinas são transportadas e armazenadas em condições variáveis. O monitoramento das temperaturas das vacinas ao longo da cadeia de frio é de suma importância para garantir a qualidade. As vacinas emergentes contra a COVID-19 apresentam ao mundo novos desafios e oportunidades adicionais para estabelecer melhores práticas visando salvaguardar a saúde humana. ÁREAS COBERTAS: Revisamos os riscos associados à cadeia de frio de vacinas que exigem monitoramento de temperatura durante o transporte e o armazenamento. Dispositivos de monitoramento eletrônicos e químicos são comparados juntamente com as necessidades de dados. A supervisão e as diretrizes regulatórias também são discutidas. OPINIÃO DE ESPECIALISTAS: A supervisão regulatória contribuiu para a criação de uma cultura de gestão de riscos e qualidade entre os atores do setor privado no campo das vacinas. Enquanto isso, o setor público (o principal ator em nível nacional) permanece em grande parte não atingido pela supervisão regulatória. A adesão às melhores práticas só será possível com o aumento da supervisão regulatória das operações do setor público.
Kartoğlu et al. (Sat,) estudaram essa questão.