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SEM RÓTULO: A episiotomia, o corte mais cruel de todos, persiste apesar das diretrizes de prática clínica recomendando seu uso restritivo. O objetivo deste artigo foi compilar estatísticas internacionais sobre o uso dessa prática e examinar se as orientações atuais sobre o uso restritivo da episiotomia estavam sendo seguidas. MÉTODOS: Pesquisamos em sites governamentais e na Internet, contatamos colegas para referências e verificamos as referências das citações recuperadas. RESULTADOS: Estatísticas de todo o mundo revelaram taxas de episiotomia globalmente altas, com uma tendência de diminuição em alguns países. Considerável variação ocorre no uso da operação por país, dentro dos países e até mesmo dentro do mesmo grupo de prestadores profissionais. CONCLUSÕES: Maiores esforços são necessários do que os atualmente em vigor para reduzir a taxa de episiotomia, especialmente no mundo em desenvolvimento.
Graham et al. (Qui,) estudaram essa questão.