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Usando dados das Pesquisas Americanas de Uso do Tempo de 2003-2007 (ATUS), comparamos o tempo que mães (N = 6.640) dedicam a quatro atividades de parentalidade em diferentes grupos de educação materna e idades das crianças. Testamos a hipótese de que mães com alta formação não apenas gastam mais tempo em cuidados ativos com os filhos do que mães com menor escolaridade, mas também alteram a composição desse tempo para atender mais às necessidades desenvolvimentais das crianças do que mães menos educadas. Os resultados apoiam essa hipótese: mães altamente educadas investem mais tempo em cuidados básicos e brincadeiras quando as crianças mais novas são bebês ou crianças pequenas do que quando são mais velhas; por outro lado, mães altamente educadas investem mais tempo em atividades de gestão quando as crianças têm de 6 a 13 anos do que quando são mais novas, e as diferenças entre os grupos de educação em gestão são maiores entre mães com filhos em idade escolar. Esses padrões indicam que o gradiente educacional no tempo das mães com as crianças é caracterizado por um 'gradiente desenvolvimental.'
Kalil et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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