Key points are not available for this paper at this time.
Objetivo. — Examinar o impacto da doença mental comum na deficiência funcional e a consistência transcultural dessa relação, controlando a doença física. Um objetivo secundário foi determinar o nível de deficiência associado a transtornos psiquiátricos específicos. Desenho. — Uma amostra transversal selecionada por amostragem em duas etapas. Configuração. — Serviços de saúde primária em 14 países cobrindo a maioria das grandes culturas e idiomas. Pacientes. — Um total de 25916 atendimentos consecutivos desses serviços foram avaliados para psicopatologia usando o Questionário de Saúde Geral (96% de resposta). Os pacientes avaliados foram amostrados a partir das camadas de pontuação do Questionário de Saúde Geral para a segunda etapa da Entrevista Diagnóstica Internacional Composta administrada a 5447 pacientes (62% de resposta). Medidas de Resultado Principais. — Deficiência física relatada pelo paciente, número de dias de deficiência e funcionamento do papel ocupacional avaliado pelo entrevistador. Resultados. — Após controlar a gravidade da doença física, a psicopatologia foi consistentemente associada ao aumento da deficiência. A gravidade da doença física foi um contribuinte independente, embora mais fraco, para a deficiência. Uma relação dose-resposta foi encontrada entre a gravidade da doença mental e a deficiência. A deficiência foi mais proeminente entre pacientes com depressão maior, transtorno do pânico, ansiedade generalizada e neurasthenia; as diferenças específicas de transtorno foram modestas após controlar a comorbidade psiquiátrica. Os resultados foram consistentes em medidas de deficiência e entre centros. Conclusões. — A relação consistente entre psicopatologia e deficiência indica o impacto pessoal e socioeconômico convincente das doenças mentais comuns através das culturas. Isso sugere a importância das deficiências das capacidades humanas de ordem superior (por exemplo, emoção, motivação e cognição) como determinantes da deficiência funcional. (JAMA. 1994;272:1741-1748)
Johan Ormel (qua,) estudou essa questão.