Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo apresenta os resultados de dois estudos empíricos exploratórios sobre interação humano-robô no contexto de um encontro inicial com um robô de aparência mecanicista. O primeiro estudo foi realizado com grupos de crianças e o segundo com adultos individuais. A análise concentra-se nas zonas de espaço pessoal e nas distâncias iniciais entre o robô e os humanos, o contexto dos encontros e a percepção humana do robô como um ser social. Discutimos os resultados dessas observações e análises, e também comparamos os dados de crianças e adultos. Os grupos de crianças mostraram uma resposta dominante a preferir a distância da 'zona social', comparável às distâncias que as pessoas adotam ao falar com outros humanos. Nos estudos com adultos individuais, uma pequena maioria prefere a 'zona pessoal', reservada para conversar com amigos. No entanto, minorias significativas se desviam desse padrão. Implicações para trabalhos futuros são discutidas.
Walters et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.