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Resumo Este artigo relata um estudo que explora as opiniões de professores de ciências egípcios sobre religião e ciência no contexto do Islã. Também destaca uma consideração ontológica e epistemológica dessas opiniões, particularmente as maneiras pelas quais os professores muçulmanos egípcios entendem tal relação em referência à atitude corânica/islâmica em relação à ciência e ao conhecimento. O estudo baseou-se no esquema de categorização de Barbour para orientar a coleta e análise de dados e para guiar a interpretação das respostas dos professores nas entrevistas. Informados por uma teoria multigrundamental das opiniões dos professores sobre ciência e religião, e usando a estrutura analítica de Roth e Alexander para interpretar como os professores acomodam a relação entre ciência e religião dentro de seu sistema de crenças, os resultados sugerem que as opiniões dos participantes sobre a relação entre ciência e uma religião específica (Islã) confirmaram a centralidade das crenças religiosas pessoais dos professores em seus próprios pensamentos e opiniões sobre questões tanto da ciência quanto do Islã. Essa centralização, em alguns casos, pareceu levar os professores a manter uma relação conflitante, levando assim à criação de uma falsa contradição entre ciência e Islã. Portanto, pode-se concluir que as crenças pessoais islâmico-religiosas dos professores informam suas crenças sobre a natureza da ciência e seu propósito. © 2010 Wiley Periodicals, Inc. Sci Ed 95: 281–309, 2011
Nasser Mansour (sex,) estudou esta questão.