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A economia digital, impulsionada por tecnologias inovadoras e inteligência artificial (IA), está transformando os sistemas econômicos e aumentando a demanda por avaliações precisas da competitividade digital. Este estudo aborda as inconsistências nos rankings de países derivados de índices digitais globais e visa determinar se esses rankings diferem devido a variações metodológicas. Também examina se os rankings se correlacionam de maneira significativa entre diferentes estruturas de avaliação. A pesquisa foca em 29 países europeus e analisa rankings de quatro índices amplamente reconhecidos: o Ranking Mundial de Competitividade Digital (WDCR), o Índice de Prontidão em Redes (NRI), o Índice de Prontidão em IA (AIRI) e o Índice de Qualidade de Vida Digital (DQLI). Para avaliar a consistência e variabilidade dos rankings de 2019 a 2024, o estudo aplica a ANOVA de Friedman e o coeficiente de concordância de Kendall. Os resultados demonstram fortes correlações ao nível dos rankings de países, indicando um alto grau de consistência, mas também confirmam diferenças estatisticamente significativas nos rankings entre os índices, que refletem a diversidade de suas fundações conceituais. Países como Finlândia, Países Baixos e Dinamarca alcançam consistentemente as melhores classificações, indicando convergência, enquanto mais variabilidade é observada em índices como o DQLI. Esses achados destacam a importância de avaliações baseadas em rankings e multidimensionais na avaliação da competitividade digital. Eles apoiam o uso de tais avaliações como ferramentas de política para monitorar progressos, identificar lacunas e promover um desenvolvimento digital inclusivo.
Miškufová et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.