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O papel do estresse oxidativo no início e na progressão da aterosclerose e seu impacto no desenvolvimento de eventos cardiovasculares tem sido amplamente descrito. Assim, o aumento do estresse oxidativo foi descrito em vários fatores de risco ateroscleróticos, como hipertensão, dislipidemia, doença arterial periférica, síndrome metabólica, diabetes e obesidade. Entre outros, vias oxidativas específicas envolvendo enzimas pró-oxidantes e antioxidantes parecem desempenhar um papel importante na produção de espécies reativas de oxigênio (ERO), como a nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato (NADPH) oxidase, mieloperoxidase, superóxido dismutase e glutationa peroxidase. Nesta revisão, discutiremos: 1) os sistemas enzimáticos mais relevantes envolvidos na formação e desintoxicação das ERO, 2) a relação entre estresse oxidativo e risco cardiovascular, e 3) implicações terapêuticas para modular o estresse oxidativo.
Pignatelli et al. (Ter,) estudaram essa questão.