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Este artigo apresenta uma análise sistemática do conteúdo da cobertura científica na imprensa e na mídia de transmissão britânicas, e discute algumas das relações entre fontes e comunicadores que ajudam a definir a agenda para a cobertura científica. O estudo encontra uma uniformidade notável entre as mídias de jornais, rádio e televisão na proeminência relativa dada a diferentes tipos de ciência. Buscam-se explicações para isso no papel dos cientistas e de suas instituições ao iniciar ou responder ao interesse da mídia. Os resultados indicam que a agenda da cobertura científica é impulsionada principalmente por eventos; valores noticiosos e práticas da mídia que se originam fora da comunidade científica.
Hansen et al. (Qua,) estudaram essa questão.