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FUNDAMENTO: Com a ressonância magnética, pode-se determinar um índice de reserva de perfusão miocárdica (MPRI). Avaliamos o valor dessa técnica para a detecção não invasiva da doença arterial coronária (DAC) em pacientes com suspeita de DAC. MÉTODOS E RESULTADOS: Oitenta e quatro pacientes encaminhados para uma angiografia coronária diagnóstica primária foram examinados com um tomógrafo de RM de 1,5 T (Philips-ACS). Para cada batimento cardíaco, 5 cortes foram adquiridos durante a primeira passagem de 0,025 mmol de gadolínio-di-etilenotriamina pentaacética/kg de peso corporal antes e durante a vasodilatação com adenosina, utilizando uma sequência híbrida de eco-gradiente turbo/imagem por eco-planar. O MPRI foi determinado a partir da alteração da inclinação ascendente das curvas de intensidade do sinal miocárdico para 6 segmentos equiangulares por corte. Características operacionais do receptor foram realizadas para diferentes critérios para diferenciar segmentos isquêmicos e não isquêmicos. A prevalência de DAC foi de 51%. Os melhores resultados foram obtidos quando apenas os 3 cortes internos foram avaliados e um valor limite de 1,1 foi usado para o segundo menor valor como marcador de DAC significativa. Essa abordagem resultou em uma sensibilidade de 88%, especificidade de 90% e precisão de 89%. CONCLUSÕES: A determinação do MPRI com RM proporciona alta precisão diagnóstica em pacientes com suspeita de DAC.
Nagel et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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