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O transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) está agora entre as disfunções psicológicas crônicas mais comumente diagnosticadas na infância. Conforme estimativas variadas, aumentou 30% nos últimos 20 anos. Fatores ambientais que poderiam explicar esse aumento foram explorados. Um desses fatores pode ser a exposição à mídia audiovisual durante a primeira infância. Estudos observacionais em humanos associaram a exposição à televisão de ritmo acelerado nos primeiros 3 anos de vida a déficits de atenção subsequentes na infância posterior. Embora longitudinais e bem controlados, a natureza observacional desses estudos impede conclusões definitivas sobre uma relação causal. Como estudos experimentais em humanos não são éticos nem práticos, modelos de camundongos de estimulação sensorial excessiva (ESE) durante a infância, semelhantes aos estudos de enriquecimento que demonstraram anteriormente benefícios da estimulação em roedores, foram desenvolvidos. Estudos experimentais que utilizam este modelo corroboraram que a ESE leva a déficits cognitivos e comportamentais, alguns dos quais podem ser potencialmente prejudiciais. Dada a ubiquidade da mídia durante a infância, esses achados em humanos e roedores talvez tenham implicações importantes para a saúde pública.
Christakis et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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