Key points are not available for this paper at this time.
julgamentos de personalidade de 184 alvos foram fornecidos pelo próprio, conhecidos de faculdade, conhecidos da cidade natal, pais e estranhos. O Estudo 1 descobriu que conhecer o alvo no mesmo contexto aumentou, mas não foi necessário para o acordo entre juízes, e que conhecidos que nunca se encontraram concordaram entre si tão bem quanto aqueles que se encontraram. O Estudo 2 descobriu que os julgamentos de personalidade de conhecidos manifestaram um acordo entre juízes e entre o eu e o outro muito melhor do que os julgamentos de estranhos. Conhecidos não eram mais similares aos seus alvos do que os estranhos, e sua precisão derivou mais de seu julgamento distinto do alvo do que de uma suposta similaridade. Esses resultados descartam sobreposição, comunicação e similaridade suposta como bases necessárias para o acordo entre juízes e apoiam, portanto, a hipótese mais simples de que o acordo entre juízes decorre da precisão mútua.
Funder et al. (Sun,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: