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Este artigo argumenta que a abordagem de capacidades de Sen exige que os julgamentos sobre a bondade relativa dos estados de coisas devem se basear exclusivamente em ‘propriedades’ dos indivíduos. Funcionamentos e capacidades são vistos, assim como utilidade e opulência, como objetos de valor que os indivíduos possuem—efeitos alcançados ou atingíveis que estão desincorporados dos contextos institucionais da atividade humana. Se tais contextos são intrinsecamente valiosos para o bem-estar individual, como alguns ‘comunitaristas’ argumentam, a abordagem de capacidades é inadequada para avaliar justiça social, bem-estar societal e desenvolvimento, e desigualdades no bem-estar individual entre culturas ou em sociedades multiculturais. © 1997 por John Wiley & Sons, Ltd.
Charles Gore (Sat,) estudou esta questão.
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