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Na última década, o conceito e o desenvolvimento de cidades inteligentes se desdobraram rapidamente, com muitas administrações municipais implementando iniciativas e estratégias de cidades inteligentes, além de uma ecologia diversificada de empresas e pesquisadores produzindo e implantando tecnologias de cidades inteligentes. Em contraste com aqueles que buscam realizar os benefícios de uma visão de cidade inteligente, vários críticos destacaram uma série de deficiências, desafios e riscos associados a tais empreendimentos. Este breve artigo descreve um terceiro caminho, que visa realizar os benefícios das iniciativas de cidades inteligentes enquanto reformula o pensamento e o ethos que as sustentam e aborda suas deficiências e limitações. Argumenta que o pensamento e as iniciativas de cidades inteligentes precisam ser reformulados, reimaginados e recriados de seis maneiras. Três dessas maneiras dizem respeito ao pensamento normativo e conceitual em relação a objetivos, cidades e epistemologia, e três dizem respeito ao pensamento e às práticas mais práticas e políticas em relação à gestão/governança, ética e segurança, e partes interessadas e relacionamentos de trabalho. O artigo não pretende ser definitivo ou abrangente, mas sim fornecer sugestões conceituais e práticas e estimular o debate sobre como reformular de maneira produtiva o urbanismo inteligente e a criação de cidades inteligentes.
Rob Kitchin (Terç,) estudou essa questão.