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FONTE: As consequências acadêmicas a longo prazo do comprometimento da linguagem na infância são importantes tanto teoricamente quanto clinicamente. No entanto, uma avaliação imparcial desses resultados requer uma pesquisa longitudinal cuidadosamente planejada. MÉTODO: Um grupo de crianças inicialmente identificadas como tendo comprometimento da fala e/ou linguagem em um estudo longitudinal baseado na comunidade aos 5 anos de idade e controles pareados foram reexaminados durante a jovem idade adulta (19 anos). Um conjunto abrangente de testes de fala e linguagem, testes cognitivos e de desempenho, entrevistas psiquiátricas e questionários foram completados por sujeitos, seus pais e professores. RESULTADOS: Embora crianças com problemas de fala precoces tenham demonstrado apenas algumas diferenças acadêmicas em relação aos controles na juventude, jovens adultos com comprometimento linguístico (CL) ficaram significativamente atrás dos controles em todas as áreas de desempenho acadêmico, mesmo após controle de inteligência. Além disso, as taxas de dificuldades de aprendizagem (DA) foram significativamente mais altas no grupo CL do que nos controles e nas taxas de base da comunidade. Variáveis de diferença individual ao mesmo tempo, incluindo consciência fonológica, velocidade de nomeação para dígitos, QI não verbal, memória de trabalho verbal e função executiva, contribuíram com variância única para o desempenho em áreas específicas. CONCLUSÃO: O comprometimento linguístico precoce em vez de comprometimento da fala está claramente associado a dificuldades acadêmicas contínuas na idade adulta. Esses resultados destacam a necessidade de intervenção intensa e precoce para jovens com CL.
Young et al. (Terça,) estudaram essa questão.