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Braverman e seus seguidores foram úteis e influentes na revitalização de uma sociologia do trabalho. No entanto, além de estimular o debate, o modelo de Braverman também criou impedimentos para uma análise mais aprofundada. Este artigo discute algumas dessas limitações e argumenta que, em parte, elas resultam de uma leitura particular de Marx que negligencia categorias marxianas cruciais. Em parte, resultam de fraquezas e ambiguidades na teoria marxiana. A segunda parte do artigo foca no conceito de controle e faz um apelo por um renascimento do interesse na sociologia do local de trabalho anterior a Braverman. Sugere-se que tal trabalho, em conjunto com o de teóricos recentes, fornece uma base mais adequada para uma teoria dos processos de trabalho capitalistas.
Littler et al. (Sat,) estudaram esta questão.
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