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OBJETIVO: Este estudo avaliou a relação entre a falta de moradia e problemas específicos de qualidade de vida para pessoas com doença mental severa e persistente. MÉTODOS: A qualidade de vida objetiva e subjetiva de 106 pessoas sem-teto com doença mental severa que viviam nas ruas ou em abrigos em Baltimore foi comparada à de 146 pessoas domiciliadas com doença mental severa que viviam na comunidade. RESULTADOS: A qualidade de vida objetiva e subjetiva dos sujeitos sem-teto foi claramente pior do que a do grupo domiciliado nas áreas de situação de moradia, relações familiares e sociais, emprego, atividades diárias e problemas legais e de segurança. Os sujeitos sem-teto também eram menos propensos a ter direitos federais à invalidez. CONCLUSÕES: Uma qualidade de vida pior está associada à falta de moradia entre pessoas com doenças mentais severas. Sua qualidade de vida pode ser melhorada por esforços para aumentar o acesso a direitos de invalidez e serviços de tratamento e para ajudá-los a desenvolver redes sociais de apoio.
Lehman et al. (Sex,) estudaram essa questão.