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Este estudo qualitativo explorou as experiências de 22 sobreviventes de violência doméstica que tentaram negociar acordos de parentalidade seguros pós-separação no sistema de direito da família australiano. Suas alegações de violência os colocaram em conflito com um sistema que valoriza acordos mediados e parentalidade compartilhada. Respostas céticas, acusações de alienação parental e pressão para concordar com arranjos inseguros agravaram os efeitos da violência pós-separação. Temas centrais nas narrativas das mulheres sobre o envolvimento com o sistema de direito da família — silenciamento, controle e minar a relação mãe-filho — espelham as dinâmicas de violência doméstica, sugerindo o conceito de vitimização secundária como uma lente útil para entender suas experiências.
Lesley Laing (Terça-feira) estudou esta questão.
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